sexta-feira, 16 de julho de 2010

O Movimento Estudantil mudando a História

Essa semana vamos discutir sobre o Movimento Estudantil no Brasil. Compreendendo a importância dos movimentos sociais para a construção da democracia e para Educação Brasileira, assista os vídeos que contam um pouco a história dos movimentos sociais na educação e depois poste o seu comentário fazendo uma relação do seu envolvimento no Movimento Estudantil que aconteceu aqui na região no ano passado.
Para assistir basta apenas clicar no link abaixo.
VIDEOS:
Estou aguardando as contribuições de tod@s!!
Luzi

12 comentários:

Anônimo disse...
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Unknown disse...
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Unknown disse...

De acordo a história dos movimentos estudantis e com nossa realidade acadêmica, percebemos que o Movimento é extremamente importante , pois representa uma mobilização social muito significativa.
Sua história é marcada por conflitos e negações. Mas foi através de manifestações e protestos, que o movimento acabou influenciando expressivamente os rumos da política do nosso país e ate mobilizando mais estudantes. Pois só assim conseguimos algumas conquista e ascensão social. Quando os estudantes se organizam eles estão demonstrando o poder de reivindicação que nós cidadãos possuímos.

ENIO, IARA E NEILIANE
Alunos do 7º semestre de Pedagogia

Unknown disse...
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Unknown disse...
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Unknown disse...

Os três vídeos nos mostra a história do movimento estudantil no Brasil desde o inicio de sua fundação, percebe-se que os movimentos por muito tempo era sinônimo de credibilidade e respeito, graças aquelas pessoas que morreram e lutaram ao longo do tempo.Entre esses movimentos os mais conhecidos eram: UNE, UBES, USES, entre tantos outros, eram os que mais destacavam-se com suas lutas.
Hoje em dia, esses movimentos estudantis vêm conquistando seus espaços de forma sutis, temos como exemplo, a luta da UNE, que conquistou recursos na Pré-Sal, onde 50% de suas rendas é destinada a educação pública. Muitas vezes, os movimentos organizados hoje acabam se tornado palco político. Por isso temos que fazer a diferença tem que fazer movimentos, independentes, sem participação desses políticos oportunistas.

Alunas: Egenilda, Silvana, Geni 7º Semestre de Pedagogia - Uneb

Anônimo disse...

O movimento estudantilno brasil teve força a partir de1960 com a UNE que lutavam contra a repressao do regime ditatorial vigente.Mesmo na ilegalidade as reinvindicaçoes educacionais contra o governo militar continuaram em defesa da democracia.Atualmente os Movimentos Estudantis sao bem diferentes daquele tempo pois a realidade é outra,temos mais "liberdade"nas reinvindicaçoes que "possibilita novas formas de intervenções sociais por parte dos estudantes"(Sant'Ana Brandão,p.68)
Durante o Movimento estudantil ocorrido na UNEB no ano de 2009,a participação efetiva dos edudantes não foi grande pois penso que eles não se sentiram abraçados pela causa,obervando que poucos compareciam as reuniões diarias,o clima que se pairava era de férias.Vejo que essas mobilizações para ter efeito concreto tem que ter participação de todos que almejam um bem comum.

Por: Catiane Vieira e Viviane Matos
Referencia:
Movimentosjuvenis da contemporaneidade-Carla de Sant'Ana Brandão

Cibercultura e EducAÇÃO disse...

Estou sentindo falta da participação dos demais alunos.
Cadê vocês????????

Eleni disse...
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Eleni disse...

Os movimentos estudantis foram de fundamental importância para a sociedade dos anos 60 e 70.Uma época de muitos conflitos,torturas, exílios e mortes.Cabe salientar também, a contribuição do movimento estudantil, em particular, "os caras pintadas" que protestarm nas ruas pedindo a exoneração do governo Collor na década de 90. Porém todos os setores da sociedade foram contemplados pelas lutas desses jovens aldazes, corajosos que não abaixaram a cabeça em momento algum, influenciando e conquistando aos poucos a "democracia" tão sonhada. Percebe-se que atualmente o envolvimento dos estudantes no movimento tem se tornado cada vez menos, fazendo com que este perdesse força ao longo dos anos.Temos como exemplo, o próprio movimento do campus XVII.

Fábio, Eleni,Eliane,Edneide e Marcelle e Ivonete

Cibercultura e EducAÇÃO disse...

Pessoas do meu coração,



Estou sentindo a falta de vocês no blog. Vi que algumas pessoas postaram depois excluiram.



Vamo lá, estou esperando!!!!



As ferramentas digitais são recursos utilizados para falarmos o que muitas vezes desejamos falar e só não falamos por que temos medo do olhar crítico, dos gestos de intolerância ou de superioridade de alguns, aqui não, falamos e pronto!!! E para quem ainda não gosta de utilizar essas ferramentas, vai uma dica da neuroligistica: Tudo na vida são os meios e as oportunidades. Já viu uma criança que nunca andou, andando? Pois é daquele jeito, um dia ela descobriu que além de engatilhar ela poderia andar sobre dois membros como todos os humanos.

E você o que está esperando para poder começar a escrever?

Um fim de semana de muitas produções!!!!!

Anônimo disse...

Ao longo da história a repressão a açãos dos estudantes esteve relacionada a opressão e a manutenção da ordem imposta, desestruturar a ação dos estudantes é calar as mentes pensantes e desvincular qualquer reação que venha a mobilizar as massas populares.
Atitude essa que não é feita de forma aleatória, é uma estratégia pensada, articulada por mentes que conhecem os processos de formação de conciencias no meio social. Ao fechar os cursos de filosofia, sociologia e história de acordo o A5, o governo militar se preocupou com o poder de mobilização politica que esses cursos trazem.
Em nossa realidade vemos a desvalorização do curso de pedagogia, o que remete a passividade que estamos vivenciando no campus XVII, onde nada mais se reivindica tudo se acolhe e debruçamos sobre um "Tô nem aí".
Segundo Feurim a ideologia não se passa através da força, essa é articulada na vivência, através daqueles que concebemos o poder de discurso. E segundo max esse poder é concebido pela massa. Calar aqueles que podem sensibilizar a massa é manter o poder de discuros, e consequentimente manter a ideologia.